Chega de falar “eu quero”. Está na hora de gritar: “eu posso!
Hayley Williams. (via allaxg)

(Fonte: poesiasdeumgaroto)

E já não eram sós, ambos somavam entre si, não importava mais quem era a primeira ou a segunda pessoa, por que eles eram um só, e todos questionavam-se sobre quem seria o sujeito e quem seria o predicado. Quem se conjugaria no pretérito e quem renunciaria, ou seria, a forma “mais que perfeita”. Conjugavam-se de maneira irregular explicitando suas diferenças, reconhecendo os fragmentos e os complementos. Buscavam a medida certa. E assim, reconheceram-se juntos, sem necessidade de mais nada para se completar, por que juntos, eles transbordavam.
O Teatro Mágico.   (via lagrimasdapoeta)

(Fonte: estremecida)


(Fonte: singwithoutareason)


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